Não subas alto no sonho
Não são boas, as alturas
Que o trambolhão é medonho
E as caídelas, bem duras
Quem ao alto sobe a pulso
E se encontra radiante
Nunca tente novo impulso
Pode cair num instante
Devagar, que tenho pressa
Com vagar, depressa e bem
Porque andar mal e depressa
Não interessa a ninguém
Coma ajuda do meu santo
E as pressas do meu jeito
Com vagar eu me levanto
Com pouca pressa me deito!
Por José Francisco (USA)
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